28 abril 2008

Breve 1

João fez duas promessas. Uma delas impossível de cumprir. Maristela chora no altar. Cleide é mundanamente penetrada no motel da esquina.

17 comentários:

Ilaine disse...

Rubens!

Obrigada pela visita no baú. Fiquei muito feliz.

E aqui? Bom, o casa de paragens continua lindo. Como sempre. Pura poesia.

Abraço

Valéria disse...

ao menos dois podem estar felizes nisso tudo... se bem que Maristela pode estar apenas bastante emocionada...
beijo

Camila Pimenta disse...

Poeta... Poeta... conheço muitas Cleides, sabia... hahahhahahha... interessante vai ser a conclusão...

bjos Poeta

hora tardia disse...

....por isto epor muito mais é que volto ao aço e Nada....


re.fascinada.


beijo.



.piano.

regina disse...

Brevíssimo, e bravíssimo!
bj

Jura Arruda disse...

Que bom vê-lo microcontando, Rubens! Bravo! Grande abraço.

Jura Arruda disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
nowaitwait disse...

"mundanamente penetrada". adorei a combinação...

Í.ta** disse...

a vida.

muito bom, também como sempre.

abraços.

Miguel Barroso disse...

completo no amplexo.


A SEIVA

Eremit@ disse...

me fez rir de uma situação que humanamente nada tem de engraçada. mas assim contada em duas breves linhas, podia ser só uma....
Vim dizer-te que tens um desafio no Eremitério.
Fraterno abraço

vendaval com poesias disse...

Ol� querido amigo
Que bela surpresa,percebo mudan�as aqui, e mudan�as s�o sempre bem vindas...estou me interando e adorando essa brevidade do viver, do sofrer, do amar!
abra�os, saudades

Anônimo disse...

Sacadíssima!

Excelente!

Zé Eduardo Calcinoni

Nilson Barcelli disse...

As piores promessas são as cumpríveis.
Este post é uma tragédia grega...

Abraço.

Bruno Bertacini disse...

Rubens!

Obrigado por me deixar surpreso!

alex pinheiro disse...

Sistematicamente contemporâneo,,, Pobre João que se fez dúvida,,, rs

Abraços e sociais invenções!

Fernando Rozano disse...

essencial, direto e de muita profundidade. gosto imenso de textos assim. grande abraço.