14 novembro 2005

Breve


adestrar-se à memória: cavalo de cimento

adestrar-se: repetir os truques sem o ímpeto dos impuros

o dia foi coice

eu sei porque eu estava lá
e o cabresto me serviu




® Rubens da Cunha
Ilustração: Marcelo Grassmann

11 comentários:

Cláudio B. Carlos disse...

Excelente poema!


Abraços do CC.

Anônimo disse...

porrada!!!

Saudações do Cárcere

Claudio Eugenio Luz disse...

Feito coice, meu caro!

..
hábraços

Anônimo disse...

Intenso...raro...

Abraço.

Anônimo disse...

o dia foi coice

eu sei porque eu estava lá
e o cabresto me serviu


mto bom isso!!! valeu, Íta.

Anônimo disse...

E eu, bem adestrado, sempre que posso venho visitar a Casa. A propósito, Rubens: Mia Couto já chegou? Grande abraço.

Anônimo disse...

DAQUELES QUE A GENTE QUASE PODE TOCAR... UM BEIJO

isabel mendes ferreira disse...

apenas isto: MA GN FI CO. opulento. bjo.

isabel mendes ferreira disse...

e tomei a liberdade de roubar o desenho e fazer-lhe um link....espero que me perdoe.



isa.

Anônimo disse...

O poema é maravilhoso e o desenho ilustra muito bem.

Unknown disse...

É terrível quando temos a sensação ou a certeza que o cabresto nos serve. Excelente, Rubens!