13 setembro 2005

O sol

A vida líquida
se molda ao corpo.

Respirar cinzento.
Azul na memória,
talvez futuro.

O sol gaivota o tempo
em outro lugar.

Espero.

® Rubens da Cunha

6 comentários:

Mme. A. disse...

Por quem, por que, por o quê?

marcelo disse...

Salve, Rubens! Esperemos que nossa vida líquida não escorra...ainda há tanta poesia por aí...
grande abraço (tua poesia tá cada vez melhor - se é que isso é possível)!

Claudio Eugenio Luz disse...

Hábraços, rubens, hábraços. Tempo e memória andam juntas; sempre sendo construidas, incessantemente procurando fugir de toda a ignorância.

Dona Estultícia disse...

Tempo e memória sempre. E Ribens, valeu pela visita. Sempre. E de novo. Abs.

Isli Melanie Gabrich disse...

Eu preciso (ainda) de muita calma para esperar, Rubens. Muito bonito "o sol" daqui. Voltarei! (promessa de viajante virtual, huh?). Vi teu endereço no blog do Fábio. Passei por aqui p'ra te ler. Bjus de Flor carioca!
Isli Melanie

Andrea Motta disse...

Muito bom, Rubens. Sabe sou economica nos elogios, mas quando o faço é pq. efetivamente senti o texto. E, este retrata de forma brilhante o caminhar do tempo, o ciclo da vida. Bom dia a você, Beijos.
Andréa.