11 agosto 2008

a carne firme
quase forte

se acaso finge
ser nuvem água rio

traz no corpo
um palco aceso

e líquida de silêncio

dança

13 comentários:

Anônimo disse...

beso..
ana

Fernando Rozano disse...

riqueza incomum nos versos, que instigam o imaginário. belíssimo. meu abraço, Rubens.

Ricardo Valente disse...

Palco iluminado para dançar, mesmo! Abraço.

Fa menor disse...

Dancei... eheh

... imaginei esse rio transbordante de sentimento!

Bjs

Ilaine disse...

Palavras em poesia. Uma dança:

...um palco aceso
e líquida de silêncio

Maravilhoso te ler, Rubens.

Bj

Carla disse...

será líquido o silêncio?
beijos e obrigada pela visita aos "Desalinhos"

Atriz disse...

e no palco de vida, há dança e silêncio!

lindoooo!

bj, Gisele

Alex Pinheiro disse...

"do caralho" mesmo foi ouvir Casa Vazia enquanto lia a carne transpassada em um ato relâmpago no palco... Mágico! :)

Abraços e agradáveis invenções!

Cassiane Schmidt disse...

Lindo poema, os versos embalam magia, mistério, beleza!

Adorei )"

Mara faturi disse...

que belo...ritmo encantador,mágico poder dançar tão suavemente pelo poema;0)
bjo

Suzana Mafra disse...

Adoro teus poemas.

Abraço

Vâmvú disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Vâmvú disse...

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Apenas: Maravilhoso!