11 janeiro 2008

Favor

rosa pétrea
a voz dele
lambe ferrugens

fagulha lembranças
que meu corpo
já não sabe

instinto
insisto
inquieto
meu baixo
rosáceo
dizem meus pés
- fêmea larga
larga-nos ao
silêncio
por amor

5 comentários:

douglas D. disse...

ando escasso de silêncio.

Edna Battaglini disse...

Olá Rubens

versos fortes, pungentes de sentidos,inquietos de palavras...
(dolorido)
abraços

isabel mendes ferreira disse...

m.a.ra.v.i.l.h.a.d.a.




__________________!

anjo disse...

há de ser forte para.

Í.ta**

Pablo Morenno disse...

Rubens,
visito a casa,
de melena azulada,
de tábuas alvas,

e tem janela?
Círculo só,
sem meio ou fim,
fugidia.

Eis tua casa.
Sobre capim fundada,
como a vida.
ABç