31 outubro 2007

Indez

no homem
porvir sangue

na mulher
escora de culpa e sabedoria

escorrem pernas
escadam desejos

antes do antes
quando os corpos
indefiniam-se nas florestas

Deus era nudez
mais
indez guiando instintos



® Rubens da Cunha

8 comentários:

Priscila Lopes disse...

Adoro a sonoridade dos teus versos. as
palavras pedem para ser proferidas


Parabéns! Você foi o garimpado desta semana pelo Cinco Espinhos.

http://cincoespinhos.blogspot.com

Abraços!

ana disse...

siempre..

Anônimo disse...

surpreendente.
e mt bom!!!!!!!!!!!!!!!



beijo.


a admirar.



/piano.

daniela mendes disse...

vc me fez ir ao dicionário (como se eu não gostasse) e eu descobri o que era a tal expressão q mamãe fala: meu ovinho dindez! kkkkk desculpe a infantilidade... O poema é profundo mas me deixou boba...

Anônimo disse...

Cheguei pelas mãos das cinco espinhos , e cheguei bem...
Sou da era do controlo remoto,gosto sempre dos livros em papel. Mas leio -o aqui na era do possivel . E gosto Com A Aline e a Priscilla vou compondo a minha biblioteca .
Abraço
Deste lado do Atlântico
anónimo na blog---

Priscila Lopes disse...

Esperamos ansiosas para prestigiar seu trabalho.

Volte sempre ao Cinco Espinhos.

Abraços!

alex pinheiro disse...

Quase uma armadilha,,,

Indez de pequeno
insperava parado
Por pouco instantequeu
ia sem saber
que inda que era bunito
era desconhecido

Enquadre enigmático pra dizer muito com poucas palavras... Muito bom ler Indez, Rubens...

Abraços e belas invenções!

Priscila Lopes disse...

Reli e me re-apaixonei:

escorrem pernas
escadam desejos

Sensacional!