13 fevereiro 2017

cruzes

o acaso assoma-se
e soma
aslfato
sangue
atropelos
desordens de ossos
último respiro
depois
a morte amadeirada das cruzes
a indiferença dos acostamentos
e o silêncio desencostado dos passantes

Um comentário:

Mariane Figueiredo disse...

A poesia voltou ao galope solto da palavra catarina!
Vira mundo, carrossel!
Tudo que parte um dia volta
Este blog voltou a espargir o invisível
lapidado.
Amei.