
O calor infesta o sul do Brasil.
A vida não ergue sombras.
Tenho tangências dentro.
Nenhum silêncio.
Um poema nasceu contra mim
no mesmo instante em que decidi não sê-lo.
O tempo fodeu janeiro.
Ainda virgem, espero a minha vez.
® Rubens da Cunha
Ilustração: Eliana Molinelli
8 comentários:
O tempo fode tudo. Ou quase tudo...rs.
Rubens, obrigada pelos "pitacos" sempre bem-vindos por sinal. Já arrumei o primeiro parágrafo. Gostaria de saber melhor a história da mulher aí de SC, a que pagou os tais moleques. Não entendi dierito. Essa história talvez me interesse. Vc pode me contar? Qq coisa me mande se puder para gabrielakimura@yahoo.com.br. Obrigada e beijos.
não é o tenpo que o faz...somos nós...
beijo
quente no sul? imagine aqui. ;)
Somos nós que acabamos na foda, sempre sem tempo. Ainda virgem, espero a minha vez- belissima passagem!
.
hábraços,
.
claudio
Obrigado Rubens....
e és mesmo ....BOM!
beijos.
Oi!
Ótimo poema.
Abraços do *CC*
À espera de vez estão as palavras e as imagens... Para os olhos que as quiserem beber. De um só trago, engulo estas... Mais estarão para nascer.
Dizer o mínimo com o máximo de poesia: isso é Rubens em sua Casa.
Abraço!
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